Pesquisas em currículo, ensino e formação docente
Keywords:
Currículo – Teoria, Pesquisa sobre currículo, Formação de professoresSynopsis
A partir do ano de 2013, o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PROPPI) implementou uma política permanente para qualificação dos seus servidores, através de parcerias com Programas de Mestrados e Doutorados e da concessão de bolsas de estudo que visa estimular/apoiar a formação dos servidores do quadro efetivo do IFNMG em programas de pós-graduação stricto sensu no Brasil. Ainda em 2013, as Pró-reitorias de Pesquisa do IFNMG e da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) começaram a conversar e a construir uma proposta para qualificar os servidores do IFNMG. Nessa perspectiva, o IFNMG, observando a possibilidade de melhoria na qualidade da educação que oferece à população a que atende, procurou estabelecer convênio com o Programa de Pós-Graduação em Educação da UESB, a fim de oportunizar aos seus servidores a formação em nível de Mestrado em Educação.
References
ALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Loyola, 1999.
AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1988.
BEISIEGEL, C. R. Estado e educação popular: um estudo sobre a educação de adultos. São Paulo: Ática, 1982.
BERNADIM, M. L. Da escolaridade tardia à educação necessária: estudo das contradições na EJA em Guarapuava-PR. 2006. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2006. Disponível em: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/1647/1/MD_PROEJA_2012_IV_16.pdf Acesso em:12 maio 2016.
BORCELLI, A. F.; COSTA, S. S. C. Animação interativa: um material potencialmente significativo para a aprendizagem de conceitos em física. Encontro de Pesquisa em Ensino de Física, 11., 2008, Curitiba. Anais... Curitiba, 2008.
BRASIL. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 5.692 de 1971. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5692.htm Acesso em: 11 jul. 2011.
______. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9.394 de 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm#art92 Acesso em: 11 jul. 2011.
______. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares para a educação de jovens e adultos: segundo segmento do ensino fundamental: 5a a 8a série. Brasília, DF: Secretaria de Educação Fundamental, 2000.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Documento Base Nacional – Desafios da Educação de Jovens e Adultos no Brasil. Brasília, DF, 2008. Disponível em: http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:7DDAPStfOEMJ:portal.mec.gov.br/dmdocuments/confitea_docbase Acesso em: 22 jul. 2011.
______. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF, 1988.
______. V Conferência Internacional sobre Educação de Adultos. Hamburgo, julho de 1997. Brasília, DF: MEC, 1998.
CANTO, Cleunisse Rauen De Luca; PACHECO, Juliano Anderson. Formando competência pela conexão interdisciplinar e transdisciplinar por meio de projetos integradores no SENAI/SC. E-Tech: Atualidades Tecnológicas para Competitividade Industrial, Florianópolis, v. 1, n. 1, p. 87-98, 1º sem. 2008.
CONSELHO NACIONAL DA EDUCAÇÃO (CNE). Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro de 2002. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 18 de dezembro de 2002.
CORREIA, Mariana, ESPÍNDOLA, Karen e PELLEGRINI, Ieda. Alternativas didáticas atuais na EJA/EAD consciência de mundo. Disponível em: www.senacead.com.br/anais/encontro08/leda_1220979360.pdf Postado em 2005. Acesso em: 15.10.2016
COUTINHO, Regina Teles. A prática pedagógica do professorformador: desafios e perspectivas de mudanças. In: 24 Reunião da ANPEd, Caxambu, MG. Anais... Caxambu, MG: ANPEd, 2001. Disponível em: www.anped.org.br/reunioes/24/P0896101862597.doc Acesso em: 19 jun. 2015.
DEPRESBITERIS, Léa. Concepções atuais de educação profissional. Brasília: Editora Senai, 1999.
DI PIERRO, Maria Clara. Educação de Jovens e Adultos no Brasil: questões face às políticas públicas recentes. Em Aberto. Brasília, v. 11, n. 56, p. 22-30, out./dez. 1994.
DUARTE, Newton. O ensino de Matemática na educação de adultos. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FALCÃO FILHO, José Leão Marinho. Escola: ambiente, estruturas variáveis e competências. Ensaio, Rio de Janeiro, v. 8, n. 28, 2000.
FERNANDEZ, Celso Curráset al. Dicionário de psicologia e educação. Santiago: Xunta de Galicia, 1999.
FRANCO, R. A. S. R; SILVA, M. A. Formação docente para o PROEJA. Disponível em: http://www.senept.cefetmg.br/galerias/Arquivos_senept/anais/terca_tema6/TerxaTema6Artigo4.pdf Postado em 2010. Acesso em: 19 ago. 2016.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia, saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e terra, 1999.
______. Pedagogia da indignação, cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
______. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.
FREITAS, Helena Costa Lopes de. Certificação docente e a formação do educador: regulação e desprofissionalização. Educação e Sociedade, Campinas, v. 24, n. 85, p. 1095-1124, 1999.
FRIGOTTO, Maria Ciavatta Gaudêncio. Educar o trabalhador cidadão produtivo ou o ser humano emancipado? Trabalho, Educação e Saúde, v. 1, n. 1, p. 45-60, 2005. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tes/v1n1/05.pdf Acesso em: 12 out. 2016.
GADOTTI, M.; ROMÃO, J. E. Educação de jovens e adultos: teoria, prática, propostas. São Paulo: Cortez, 2006.
GATTI, Bernardete A. Professores do Brasil: impasses e desafios. Coordenado por Bernadete Angelina Gatti e Elba Siqueira de Sá Barreto. Brasília: UNESCO, 2009.
HADDAD, S.; DI PIERRO, M. C. Escolarização de Jovens e Adultos. Revista Brasileira de Educação, São Paulo: ANPEd, n. 14, maio/ago. 2000.
INSTITUTO DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). Censo Escolar 2000. Brasília, 2000.
______. Resumo Técnico – Censo Escolar 2010. Brasília, 2010.
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Edições Loyola, 1996.
______. Pedagogia e pedagogos, para quê? 3. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
LORENÇON, G. D. A dialética na pedagogia libertadora de Paulo Freire. São Paulo: Ática, 2005.
MACHADO, Maria Margarida. A trajetória da EJA na década de 90: políticas públicas sendo substituídas por “solidariedade”. Postado em 1998. Disponível em: http://forumeja.org.br/gt18/files/MACHADO.pdf_2_0.pdf Acesso em: 12 ago. 2016.
MENEZES, A. P. S. O uso do software Windows Movie Maker como recurso facilitador no processo ensino aprendizagem no ensino de ciências na Amazônia. 2009. Disponível em: http://www.senep.cefetmg.br/galerias/Arquivos_senept/anais/terra_terra1/TexaTerraPoster1.pdf Acesso em: 12 ago. 2016.
MOURA, M. da G. C. Educação de Jovens e Adultos: um olhar sobre sua trajetória histórica. Curitiba: Educarte, 2003.
MOURA, Tânia Maria de. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos: contribuições de Freire, Ferreiro e Vigotsky. São Paulo: Pioneira, 1999.
NASCIMENTO, João Maria Pereira do. A prática do planejamento de ensino na Educação de Jovens e Adultos. Postado em 2010. Disponível em: http://tede.biblioteca.ufpb.br/handle/tede/4911 Acesso em: 19 out. 2017.
NÓVOA, Antônio (Coord.). Os professores e sua formação. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2001.
OLIVEIRA, I. B.(Org.). Educação de jovens e adultos.Petrópolis: DP et alii, 2009.
______; PAIVA J. Educação de jovens e adultos. Rio de Janeiro: DP&A, 2004. (Coleção O sentido da escola).
PACHANE, Graziela Giusti; PEREIRA, Elisabete Monteiro de Aguiar. A importância da formação didático-pedagógica e a construção de um novo perfil para docentes universitários. Revista Iberoamericana de Educación, n. 33/4, 10 jul. 2004. Disponível em: http://www.rieoei.org/deloslectores/674Giusti107.PDF Acesso em: 25 ago. 2016.
PAIVA, Vanilda Pereira. Educação popular e educação de adultos. 2. ed. Rio de Janeiro: Loyola, 1983.
PEREIRA, Rosilene de Oliveira; PEREIRA, Regina Coeli Barbosa. Gestão do conhecimento e democracia – a competência do professor. Disponível em: http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/GCDGP.pdf Postado em 2008. Acesso em: 22 jul. 2011.
PERRENOUD, Philippe (Org.). Formando professores profissionais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
RAMIREZ, M. d. S. G. Métodos de educação de adultos. São Paulo: Loyola, 1975.
RODRIGUES, Neidson. Da mistificação da escola a escola necessária. São Paulo: Cortez, 2003.
ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da Educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1999.
RUMMERT, Sonia Maria. Educação de jovens e adultos trabalhadores no Brasil atual: do simulacro à emancipação. Perspectiva, Florianópolis, v. 26, n. 1, p. 175-208, jan./jun. 2008. Disponível em:
http://www.uff.br/ejatrabalhadores/artigos/educacao-jovensadultos-trabalhadores-brasil-atual.pdf Acesso em: 12 ago. 2016.
SANTOS, Arlete Ramos; VIANA, Dimir. Educação de Jovens e Adultos: uma análise das políticas públicas (1998 a 2008). In: SOARES, Leôncio. (Org.). Educação de Jovens e Adultos: o que revelam as pesquisas. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. p. 275. (Coleção Estudos em EJA).
SAVIANI, Dermeval. A educação na Constituição Federal de 1988: avanços no texto e sua neutralização no contexto dos 25 anos de vigência. RBPAE, v. 29, n. 2, p. 207-221, maio/ago. 2013.
______. A pedagogia no Brasil: história e teoria. Campinas: Autores Associados, 2006. (Coleção Memória da Educação).
______. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação e política. 32. ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 2009.
______. Sobre a concepção de politecnia. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, Politécnico da Saúde Joaquim Venâncio, 1983.
SCHEIBEL, Maria Fani; LEHENBAUER, Silvana (Org.). Reflexões sobre a educação de jovens e adultos – EJA. Porto Alegre: Pallotti, 2006
SCORTEGAGNA, Paola A.; OLIVEIRA, Rita de Cássia da Silva. Educação de Jovens e Adultos no Brasil: uma análisehistórico-crítica. Revista Eletrônica de Ciências da Educação, Campo Largo, v. 5, n. 2, nov. 2006.
SHÖN, Donald. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, Antônio (Org.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Nova Enciclopédia, 1992. p. 77-91.
SOARES, Leôncio. A educação de jovens e adultos – momentos históricos atuais. Revista Presença Pedagógica, v. 2, n. 42, set./out. 1996.
______. Formação de educadores de jovens e adultos. Belo Horizonte: Autêntica/SECAD-MEC/UNESCO, 2006.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude; LAHAYE, Louise. Os professores face ao saber – esboço de uma problemática do saber docente. Teoria & Educação, n. 4, Porto Alegre, 1991.
TARDIF, Maurice; GAUTHIER, Clermont. O saber profissional dos professores – fundamentos e epistemologia. In: SEMINÁRIO DE PESQUISA SOBRE O SABER DOCENTE, 1996, Fortaleza. Anais.... Fortaleza: UFCE, 1996.
VASQUEZ, Adolfo Sanches. Filosofia da práxis. Rio de Janeiro: Paz eTerra, 1977.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Caminhos da profissionalização do magistério. Campinas: Papirus, 2002.
______; SILVA, E. F. da (Org.). A escola mudou. Que mude a formação de professores. Campinas: Papirus, 2010.
APPLE, Michael W. Educação e poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
______. Ideologia e currículo. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
AUAD, Daniela. Educação para a democracia e co-educação: apontamento a partir da categoria gênero. Revista USP, São Paulo, n. 56, p. 136-143, dez./fev. 2002-2003.
______. Educar meninas e meninos: reflexões de gênero na escola. São Paulo: Contexto, 2006.
BOURDIEU, P. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto Alegre: Zouk, 2007.
______. A dominação masculina. Tradução de Maria Helena Kuhner. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
______. O poder simbólico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
______. Questões de sociologia. Org. Renato Ortiz. São Paulo: Ática, 1983
______; PASSERON, Jean Claude. A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
BRASIL. Assembleia Constituinte. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, 05 de outubro de 1988.
CALDAS, Luiz Américo Menezes; VAZ, Marta Rosani Taras. Michael Apple: as contribuições para a análise de políticas de currículo. Espaço do Currículo, v. 9, n. 1, p. 149-157, jan./abr. 2016. Disponível em: http://periodicos.ufpb.br/index.php/rec/article/viewFile/rec.2016.v9i1.149157/15337 Acesso em: 21 dez. 2016.
EUGÊNIO, Benedito Gonçalves. Michael Apple e o campo do currículo. In: COLOQUIO DO MUSEU PEDAGÓGICO, 6., 2006, Vitória da Conquista. Anais... Vitória da Conquista, 27-29 nov. 2006. Disponível em: http://periodicos.uesb.br/index.php/cmp/article/viewFile/1772/1611 Acesso em: 22 dez. 2016.
GANDIN, Luiz Armando. Michael Apple: a educação sob a ótica da análise relacional. In: REGO, T. C. (Org.). Currículo e política educacional. Vozes: São Paulo, 2011.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997.
MELONIO, Danielton Campos. Educação, poder e currículo: uma análise da relação entre escola, currículo e dominação a partir de Michael Apple. Pesquisa em Foco: Educação e Filosofia, ano 5, v. 5, n. 5, mar. 2012. Disponível em: http://www.educacaoefilosofia.uema.br/imagens/8.5.pdf Acesso em: nov. 2016.
MEYER, Dagmar Estermann. Gênero e educação: teoria e politica. In: LOURO, Guacira Lopes; FELIPE, Jane; GOELLNER, Silvana Vilodre (Org.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. p. 11-29.
MICHELS, Lucas Boeira. Violência simbólica no ensino técnico: um estudo de caso no IFSC Campus Ararangua. 2012. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Criciúma, 2012. Disponível em: http://www.bib.unesc.net/biblioteca/sumario/000053/00005320.definitiva_DISSERTA%C3%87%C3%83O_Viol%C3%AAncia%20simb%C3%B3lica%20ensino%20TC3%A9cnico_Um%20estudo%20de%20caso%20no%20IF-SC%20Campus%20Ararangu%C3%A1.pdf Acesso em: 10 dez. 2016.
OLIVEIRA, Plínio Correa de (Org.). Papas contra a educação laica, neutra, mista (aos dois sexos juntos), sem filosofia crista e com professores e alunos a-catolicos. In: ______. O Príncipe dos Cruzados. Revista Catolicismo, edições anos 50-60, 2015. Disponível em: http://www.oprincipedoscruzados.com.br/2015/12/papas-contraeducacao-laicaneutra.html Acesso em: 28 dez. 2016.
SAFFIOTI, Heleieth I. B. Ontogênese e filogênese do gênero: ordem patriarcal de gênero e a violência masculina contra mulheres. São Paulo: FLASCO-Brasil, 2009. (Série Estudos e Ensaios).
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil para a análise histórica. Recife: SOS Corpo, 1996.
SANTOS, Juliana Anacleto dos. Desigualdade social e o conceito de gênero. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2010. Disponível em: http://www.ufjf.br/virtu/files/2010/05/artigo-3a7.pdf Acesso em: 21 nov. 2016.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
______. Estética da criação verbal. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
______. Marxismo e filosofia da linguagem. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 1992.
BERSCH, Rita. Introdução à Tecnologia Assistiva. Porto Alegre, 2013. Disponível em: http://www.assistiva.com.br Acesso em: 29 jan.2015.
BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos: ideologia e práticas pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
BRASIL. Decreto Nº 5626, de 22 de Dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em: 20 jan. 2016.
______. Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: www.planalto.gov.br/legislação Acesso em: 20 jan. 2016.
______. Lei Nº 10.436, de 24 de Abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm Acesso em: 20 jan. 2016.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Projeto Escola Viva – garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola – alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília, 2000 Disponível em: https://www.mpmt.mp.br//storage/webdisco/2013/08/21/outros/81192ae377b8e0f160b125b800b5c04c.pdf Acesso em: 29 jan. 2015.
______. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Tecnologia Assistiva. Brasília, 2009. Disponível em: http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/publicacoes/tecnologia-assistiva Acesso em: 29 jan. 2015.
BUNZEN, Clécio. Livro didático de Língua Portuguesa: um gênero do discurso. 2005. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) – Departamento de Linguística Aplicada (DLA), Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2005.
FELIPE, T. A. Libras em contexto – curso básico. 8. ed. Rio de Janeiro: Walprint Gráfica e Editora, 2007.
FELIPE, T. A. Situando as diferenças implicadas na educação de surdos: inclusão/exclusão. Ponto de Vista: Revista de Educação e Processos Inclusivos, Florianópolis, n. 5, p. 81-112, 2003.
GESUELI, M. Z. Lingua(gem) e identidade: a surdez em questão. Educ. Soc., Campinas, v. 27, n. 94, p. 277-292, jan./abr. 2006. Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br Acesso em: 09 out,2015.
OLIVEIRA, Marta Khol. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2013.
QUADROS, R. M. de; SCHMIEDT, M. L. P. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2006.
RAMOS, C. R. Livro didático em libras: uma proposta de inclusão para estudantes surdos. Revista Virtual de Cultura Surda, Petrópolis: Editora Arara Azul Ltda. Centro Virtual de Cultura Surda, n. 11, 2013. Disponível em: http://editora-arara-azul.com.br/site/admin/ckfinder/userfiles/files/1%29%20Ramos%20REVISTA%2011.pdf Acesso em: 29 jan. 2015.
SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
SOUZA, E. M. F.; VIANA, L. D. C. Livro didático como gênero do discurso complexo. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE LETRAS E LINGUÍSTICA, 13., 2011, Uberlândia. Anais...Uberlândia: EDUFU, 2011.
VIANA, L. D. C.; SOUZA, E. M. F. A discursividade do livro didático de língua portuguesa: um gênero do discurso complexo na teoria dialógica da linguagem. Eutomia: Revista de Literatura e Linguística, Recife, v. 12, n. 1, p. 408-427, jul./dez. 2013. Disponível em: http://www.repositorios.ufpe.br/revistas/index.php/EUTOMIA/article/view/418 Acesso em: 20 jan. 2015.
ALMEIDA, Miguel Vale de. Gênero, masculinidade e poder: revendo um caso do Sul de Portugal. Anuário antropológico 95. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996.
AUAD, Daniela. Educar meninas e meninos: relações de gênero na escola. São Paulo: Contexto, 2006. p. 31-92.
CARDOSO, Frederico Assis. Homens fora de lugar? A identidade de professores homens na docência com crianças. 2004. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2004. Disponível em: http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT23-3550—Int.pdf Acesso em: 26 set. 2016.
CARVALHO, Marília Pinto de. Um lugar para a pesquisa e para o pesquisador no cotidiano da escola. In: ZAGO, Nadir; CARVALHO, Marília Pinto de; VILELA, Rita Amélia Teixeira (Org.). Itinerários de pesquisa: perspectivas qualitativas em sociologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
CONNELL, R. W. Políticas da masculinidade. Educação e Realidade, v. 20, n. 2, jul./dez. 1995.
CORTEZ, Mariana Grazina. Género Masculino e a Profissão do “Cuidar”. In: CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA – MUNDOS SOCIAIS: SABERES E PRÁTICAS, 6., 2008, Lisboa. Actas... Lisboa: Universidade Nova de Lisboa: Faculdades de Ciências Sociais e Humanas, 2008.
DA ROSA, Renata Vidica Marques. Feminização do magistério: representações e espaço docente. Revista Pandora Brasil, n. 4, 2011.
FELIPE, Jane. Afinal, quem é mesmo o pedófilo? Cadernos Pagu, n. 26, p. 201-223, jan./jun. 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30391.pdf Acesso em: 20 out. 2016.
FERREIRA, Jose Luiz. Homens ensinando crianças: continuidadedescontinuidade das relações de gênero na escola rural. 2008. 152 f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2008.
______; EULINA, Maria. Gênero, masculinidade e magistério: horizontes de pesquisa. Olhar de Professor, v. 9, n. 1, p. 143-157, 2006.
FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008. ______. A ordem do discurso. 5. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1999.
______. O método arqueológico de análise discursiva: o percurso metodológico por Sérgio Campos Gonçalves. Disponível em: http://www.historiahistoria.com.br/materia.cfm?tb=alunos&id=158 Acesso em: 20 set. 2016.
FONSECA, Thomaz Spartacus Martins. Quem é o professor homem dos anos iniciais? Discursos, representações e relações de gênero. 2011. 141 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2011. Disponível em: http://www.ufjf.br/ppge/files/2011/07/Dissertação_Thomaz_Spartacus.pdf Acesso em: 27 set. 2011.
GRAUPE, Mareli Eliane. Meninos são uma catástrofe na escola: quota de professores homens no magistério alemão pode ser uma solução? Revista Espaço Acadêmico, Maringá, PR: UEM, n. 86, jul. 2008.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
______. Mulheres na sala de aula. In: PRIORE, Mary Del (Org.). História das mulheres no Brasil. 8. ed. São Paulo: Contexto, 2008. Disponível em: https://books.google.com.br Acesso em: 27 set. 2011.
RABELO, Amanda Oliveira. Professores discriminados: um estudo sobre docentes do sexo masculino nas séries do ensino fundamental. Educação e Pesquisa, v. 39, n. 4, out./dez. 2013.
RAMALHO, Maria Nailde Martins. Bendito é o fruto entre as mulheres: um estudo sobre professores que atuam nas séries iniciais do ensino fundamental na região de Minas Gerais. 2002. 106 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2002.
RAMOS, Joaquim. Um estudo sobre os professores homens da educação infantil e as relações de gênero na rede Municipal de Belo Horizonte – MG. 2011. 143 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011.
SARMENTO, Teresa. Correr o risco: ser homem numa profissão “naturalmente” feminina. In: CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA, 5., 2004, Lisboa (Portugal). Actas... Lisboa (Portugal): APS, 2004. p. 99-107.
SAYÃO, Deborah Thomé. Relações de gênero: os homens no cuidado e educação das crianças pequenas. Disponível em: http://www.ced.ufsc.br/heeong Acesso em: 17 out. 2007.
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 16, n. 2, p. 71-99, jul./dez. 1995.
SOUZA, José Edmar de. Homem docência com crianças pequenas: o olhar das crianças de um centro de educação infantil. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPEd, 37., 2005, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, 04 a 08 de outubro de 2015. Trabalho apresentado no GTEducação de crianças de 0 a 6 anos.
TEIXEIRA, Castro de Assunção Inês. Por entre planos, fios e tempos: a pesquisa em sociologia da educação. In: ZAGO, Nadir; CARVALHO, Pinto Marília; TEIXEIRA, Vilela (Org.). Itinerários de pesquisa perspectivas qualitativas em sociologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
ABRIC, Jean Claude. Pratiques Sociales et Représentations. Paris: Presses Universitaires de France, 1994.
ALARCÃO, Izabel. Formação continuada como instrumento de profissionalização docente. In: VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Caminhos da profissionalização docente. 3. ed. Campinas: Papirus, 2003.
AMORIM, Mônica M. T. A organização dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no conjunto da educação profissional brasileira. 2013. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2013.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/70320/65.pdf Acesso em: jan. 2017.
CANDAU, Vera Maria (Org.). A didática em questão. 33. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
CUNHA, Luiz Antônio. Desenvolvimento desigual e combinado no ensino superior – estado e mercados. Educ. Soc., Campinas, v. 25, n. 88, p. 795-817, Especial, out. 2004.
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8. ed. Campinas: Autores Associados, 2011.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
MASETTO, Tarciso Marcos. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2015.
MOURA, Dante Henrique. Trabalho e formação docente na educação profissional. [recurso eletrônico]. Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2014. (Coleção formação pedagógica; v. 3). Disponível em: http://portal.ifrn.edu.br/pesquisa/editora/livros-para-download/trabalho-e-formacao-docente-na-educacao-profissional-dante-moura/at_download/arquivo Acesso em: 25 set. 2016.
OLIVEIRA, V. S.; SILVA, R. F. Ser bacharel e professor: dilemas na formação de docentes para a educação profissional e ensino superior. Holos, Natal: IFRN, v. 2, p. 193-205, maio 2012. ISSN 1807-1600. Disponível em: http://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/913 Acesso em: 27 abr. 2015. DOI: http://dx.doi. org/10.15628/holos.2012.913.
PERRENOUD, Phillipe. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Trad.: Cláudia Schiling. Porto Alegre: Artmed, 2001.
PIMENTA, Selma Garrido; ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos. Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez, 2002.
ROCHA, Áurea Maria Costa; AGUIAR, Maria da Conceição Carrilho de. Aprender a ensinar, construir identidade e profissionalidade docente no contexto da universidade: uma realidade possível. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPEd, 35., 2012, Porto de Galinhas, PE. Anais eletrônicos... Porto de Galinhas, PE, 2012. GT 08 – Formação de professores.
SALES, Mônica Patrícia da Silva. Representações sociais de docência no ensino superior: o olhar dos licenciandos. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPEd, 35., 2012, Porto de Galinhas, PE. Anais eletrônicos... Porto de Galinhas, PE, 2012. GT 08 – Formação de professores.
SOARES, Sandra Regina. Pedagogia universitária: campo de prática, formação e pesquisa na contemporaneidade. In: NASCIMENTO, A. D.; HETKOWSKI, T. M. (Org.). Educação e contemporaneidade: pesquisas científicas e tecnológicas. Salvador: EDUFBA, 2009. Disponível em: http://books.scielo.org Acesso em: 28 mar. 2015.
ALBUQUERQUE, M. B. B. Educação escolar, currículo e saberes religiosos na Amazônia. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais..., Natal: UFRN, 2014.
ALBUQUERQUE, S. R. C. Currículo e gênero: algumas considerações para pensar a presença da mulher na educação. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
APPLE, M. W. Educação, cultura e poder de classe: Basil Bernstein e a sociologia da educação neomarxista. Teoria e Educação, n. 5, p. 107-132, 1992.
______. Educação e poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
______. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 2006.
______. Podem pedagogias críticas sustar as políticas de direita? Cadernos de Pesquisa, n. 116, jul. 2002.
______. Poder, significado e identidade. Lisboa: Porto Ed., 1999.
______. Política cultural e educação. São Paulo: Cortez, 2000.
______. Repensando ideologia e currículo. In: MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. (Org.). Currículo, cultura e sociedade. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1995.
______; BEANE, James, A. (Org.). O argumento por escolas democráticas. Trad. Dinah de Alves Azevedo. In: ______. Escolas democráticas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. p. 9-43.
BORMANN, M. A. C.; SILVA, G. E. M.; SILVA, T. V. Ensino médio noturno políticas e currículo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais... Natal: UFRN, 2014.
COELHO, C. S.; NASCIMENTO, A. D. Sistema nacional de avaliação e currículo escolar: impactos da Prova Brasil na gestão pedagógica de escolas da periferia de Salvador. O caso da Escola Municipal de Pituaçu, Salvador, Bahia. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
FRANCA, K. F. C.; SOUSA, A. P. Currículos de formação reflexiva de professores e práticas sociointeracionistas da linguagem: desafios do curso de letras. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
FREIRE, Eleta Carvalho de. O gênero e as diferentes aproximações na teorização curricular. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
GANDIN, A. Luís. Michael Apple: a educação sobre a ótica da análise relacional. Pedagogia contemporânea. 2011. Disponível em: http://servicos.educacao.rs.gov.br/dados/seminariointernacional/luis_gandin_apple_otica_analise_relacional.pdf Acesso em: 23 abr. 2015.
GOMES, F. M. O coordenador pedagógico e a construção do currículo escolar. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. Tradução de Atílio Brunneeta. Petrópolis: Vozes, 1995.
LAGAR, F. G. M. O coordenador pedagógico e a construção do currículo escolar. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
LIMA, A. C. S. Currículo, educação e poder: transitando entre o ppp do CEFET/RN (2005) e o ppc do curso técnico integrado em turismo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais..., Natal: UFRN, 2014.
LIMA, E. S. Reorientação curricular no contexto do semiárido: reflexões teórico metodológicas. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais..., Natal: UFRN, 2014.
LOPES, Alice Casimiro. Teorias pós-críticas, política e currículo. Educação, Sociedade e Cultura, n. 39, p. 7-23, 2013.
LOPES, A.; MACEDO, E. O pensamento curricular no Brasil. In: ______; ______ (Org.). Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002. p. 13-54.
LOCATELLI, S. A. Currículo e qualidade da educação escolar: teorias curriculares críticas e a formação do professor reflexivo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 18., 2007, Maceió. Anais... Maceió: UFAL, 2007.
MACEDO, Elizabeth. Ciência, tecnologia e desenvolvimento: uma visão cultural do currículo de ciências. In: LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elisabeth. (Org.). Currículo de ciências em debate. Campinas: Papirus, 2004. p. 119-152.
MARTINS, S. B. S Késia. Vozes silenciadas no currículo: qual o espaço dos saberes locais do estudante amazônico no currículo escolar? In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 21., 2013, Recife. Anais... Recife: UFPE, 2013.
MATOS, C. C.; PINHEIRO, S. P. R. Educação de mulheres ribeirinhas no município de Breves: um estudo a partir de projetos políticos pedagógicos das escolas do campo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
MAUÉS, Josenilda. A escolarização como prática produtiva: implicações para o currículo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 17., 2005. Belém. Anais... Belém: UFPA, 2005.
MELO, A. A. Dimensões da emancipação em abordagens críticas e pós-críticas de currículo. Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 7, n. 2, ago. 2011. Disponível em: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum Acesso em: 27 out. 1016.
MELLO, Marco. Educação crítica e educação popular: um diálogo (norte-sul) entre comadres. Revista Pedagógica, Chapecó: UNOPACHECÓ, ano 17, v. 1, n. 30, jan./jun. 2013. Disponível em: http://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/1565 Acesso em: 4 nov. 2015.
MESQUITA, A. M. A. Vozes ausentes: o currículo e a proposta de educação inclusiva. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 18., 2007, Maceió. Anais... Maceió: UFAL, 2007.
MOREIRA, A. F. (Org.). Currículo: questões atuais. 14. ed. Campinas: Papirus, 2008.
NASCIMENTO, D. M.; OLIVEIRA, M. M. A transformação do conhecimento científico em saberes escolares: princípios recontextualizadores. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 17., 2005. Belém. Anais... Belém: UFPA, 2005.
NEGRI, Stefania de Resende. Um currículo democrático na contemporaneidade: desafios e possibilidades teóricas. Educação em Perspectiva, Viçosa, v. 1, n. 2, p. 274-292, jul./dez. 2010. Disponível em: http://www.seer.ufv.br/seer/educacaoemperspectiva/index.php/ppgeufv/article/view/151/39 Acesso em: 8 mar. 2016.
OLIVEIRA, C. N. M. A gestão educacional e o currículo: projetos em tensão em nome da qualidade do ensino. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 17., 2005. Belém. Anais... Belém: UFPA, 2005.
OLIVEIRA, S. M. M. A história do currículo do curso de biologia: o caso da UFPA. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
OLIVEIRA, S. D. C. Mudanças curriculares: o lugar do professor da escola neste processo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 21., 2013, Recife. Anais... Recife: UFPE, 2013.
PAIM, A. V. F. Atos de currículo, re-existência e formação docente. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
PARAÍSO, M. A. Pesquisas pós-críticas em educação no Brasil: esboço de um mapa. Cadernos de Pesquisa, v. 34, n. 122, p. 283-303, maio/ago. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742004000200002 Acesso em: 24 out. 2016.
PARASKEVA, M. J. Michael W. Apple e os estudos [curriculares] críticos. Currículo sem Fronteiras, Ermesinde, Portugal, v. 2, n. 1, p. 106-120, jan./jun. 2002. Disponível em: http://www.curriculosemfronteiras.org/vol2iss1articles/paraskevaconf.pdf Acesso em: 15 set. 2015.
PASCUAL, J. G. Escutando professores no ensino cearense: elementos críticos para a formação docente. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 18., 2007, Maceió. Anais... Maceió: UFAL, 2007.
PEREIRA, E. P. L.; CRUZ, F. M. L. Inovação pedagógica na prática do professor em avaliação: uma discussão necessária. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 18., 2007, Maceió. Anais... Maceió: UFAL, 2007.
PEREIRA, S. B.; NASCIMENTO, I. V. do. Identidade e diferença: a prática curricular em questão. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 17., 2005, Belém. Anais... Belém: UFPA, 2005.
PIMENTEL, G. S.; RIBEIRO, M. G. M. O professor ensina o que sabe: elementos para pensarmos sobre o conhecimento escolar no ensino fundamental. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais..., Natal: UFRN, 2014.
PINHEIRO, R. A. Currículo e organização do saber pedagógico na formação de educadores. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
PORTO, R. C. C. Currículos e programas de formação de professores: ressaltando as diferenças e ampliando as possibilidades de inclusão. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
QUEIROGA, L. F. A. Currículo integrado: projetos em disputa. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais..., Natal: UFRN, 2014.
ROMANOWSKI, J. P.; ENS, T. R. As pesquisas denominadas do tipo “estado da arte” em educação. Diálogo Educ., Curitiba, v. 6, n. 19, p. 37-50, set./dez. 2006. Disponível em: http://www2.pucpr.br/reol/pb/index.php/dialogo?dd1=237&dd99=view&dd98=pb Acesso em: 20 dez. 2016.
SANTOS, E. S.; PORTO, R. C. C.; PEREIRA, M. Z. C. As políticas de currículo e o poder no Brasil: a heterogeneidade dos contextos de produção do currículo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009. João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
SEVERO, M. G. Leitura de imagens e a semiótica greimasiana -implicações no currículo escolar. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 18., 2007, Maceió. Anais... Maceió: UFAL, 2007.
SILVA, Â. S. S. A disciplinaridade no curso de licenciatura em geografia: epistemologia e dinâmica social na configuração do currículo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 21., 2013, Recife. Anais... Recife: UFPE, 2013.
SILVA, D. P. C.; PINHEIRO, R. A. O currículo da EJA no MST: concepções político-pedagógicas dos professores assentados. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 21., 2013, Recife. Anais... Recife: UFPE, 2013.
SILVA, R. C. M. Investigando a qualidade social da educação na escola publica: práticas curriculares na Escola Municipal Professora Ernestina Rodrigues em Belém do Pará. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 19., 2009, João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, 2009.
SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
______. Teoria educacional: crítica em tempos pós-modernos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
TAVARES, E. A. D.; PINA, M. C. D. Currículo de História: percorrendo trilhas com Ivor Goodson e Edward Palmer Thompson. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 22., 2014, Natal. Anais..., Natal: UFRN, 2014.
VELANGA, C. T.; LUQUE, J. M. C. As influências da cultura ocidental internacional na educação amazônica brasileira: um estudo exploratório sobre o currículo de língua espanhola na fronteira. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
VIEIRA, I. S. da; PIZZI, L. C. V. A prova Brasil e o papel do gestor na escola: controlando o trabalho docente e o currículo. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
VILHENA, R. G. S.; MORAES, L. C. S. Currículo multicultural: refletindo sobre as possibilidades de uma ação pedagógica plural. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORTE E NORDESTE (EPENN), 20., 2011, Manaus. Anais... Manaus: UFAM, 2011.
AGUADO, Teresa. Investigación en educación intercultural. Educación Siglo XXI, n. 22, p. 39-57, 2004.
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes, 1993.
______. Língua além de cultura ou além de cultura, língua? Aspectos do ensino da interculturalidade. In: CUNHA, Maria Jandyra C.; SANTOS, Percília (Org.). Tópicos em Português Língua Estrangeira. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2002. p. 209-215.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm Acesso em: 23 mar. 2016.
______. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino médio. Bases Legais. Brasília: MEC, 2000.
______. Concepções e Diretrizes dos Institutos Federais de Educação Ciências e Tecnologia. Brasília, 2008. Disponível em: http://www.ifnmg.edu.br/documentosinstitucionais/legislacoes Acesso em: 30 mar. 2016.
CANDAU, Vera Maria Ferrão. Diferenças culturais, cotidiano escolar e práticas pedagógicas. Currículo sem Fronteiras, v. 11, n. 2, p. 240-255, jul./dez. 2011.
______. Educação intercultural na América Latina: tensões atuais. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DA AMÉRICA LATINA (CIHELA), 9., 2009, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UERJ, 2009.
______. Multiculturalismo e educação: desafios para a prática pedagógica. In: MOREIRA, Antônio Flávio; ______ (Org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
CANEN, Alberto; CANEN, Ana. Rompendo fronteiras curriculares: o multiculturalismo na educação e outros campos do saber. Currículo sem Fronteiras, v. 5, n. 2, p. 40-49, jul./dez. 2005.
CIAVATTA, Maria. A formação integrada: a escola e o trabalho como lugares de memória e de identidade. In: FRIGOTTO, G.; CIAVATTA, M.; RAMOS, M. (Org.). Ensino Médio Integrado: concepção e contradições. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
DEMO, Pedro. Educação e conhecimento – relação necessária, insuficiente e controversa. Petrópolis: Vozes, 2001.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FRIGOTTO, Gaudêncio. Concepções e mudanças no mundo do trabalho e o ensino médio. In: ______; CIAVATTA, M.; RAMOS, M. (Org.). Ensino Médio Integrado: concepção e contradições. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
GADOTTI, Moacir. Interdisciplinaridade: atitude e método. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2004. Disponível em: http://ftp-acd.puc-campinas.edu.br/pub/professores/cchsa/lucianeoliveira/Planejamento%20de%20Ensino/Tema%202%20-%20Interdisciplinaridade/Texto%202%20-%20Interdisciplinaridade.pdf Acesso em: 18 abr. 2016.
GOLDMAN, Lucien. Dialética e cultura. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
JAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e patologia do saber. Rio de Janeiro: Imago, 1976.
LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
LEFFA, Vilson José. Metodologia do ensino de línguas. In: BOHN, H. I.; VANDRESEN, P. Tópicos em lingüística aplicada: o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988. p. 211-236.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
______. Pedagogia e modernidade: presente e futuro da escola. In: GHIRALDELLI Jr., Paulo (Org.). Infância, escola e modernidade. São Paulo: Cortez, 1996.
LOTTERMANN, Osmar. O currículo integrado na educação de jovens e adultos. Ijuí: Unijuí, 2012.
MENDES, Edleise. A ideia de cultura e sua atualidade para o ensinoaprendizagem de LE/L2. Revista EntreLínguas, Araraquara, v. 1, n. 2, p. 203-221, jul./dez. 2015.
______. Língua, cultura e formação de professores: por uma abordagem de ensino intercultural. In: ______; CASTRO, M. L. S. Saberes em português: ensino e formação docente. Campinas: Pontes, 2008. p. 57-77.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social. Teoria, método e criatividade. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
MOREIRA, Antônio Flávio B.; CÂMARA, Michelle Januário. Reflexões sobre currículo e identidade: implicações para a prática pedagógica. In: ______; CANDAU, Vera Maria Ferrão (Org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
______; CANDAU, Vera Maria. Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e cultura. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Básica, 2007.
PARAQUETT, Márcia. A América Latina e materiais didáticos de espanhol como língua estrangeira. In: SCHEYERL, Denise; SIQUEIRA, Sávio (Org.). Materiais didáticos para o ensino de línguas na contemporaneidade: contestações e proposições. Salvador: EDUFBA, 2012b.
______. Formação de professor de espanhol no Brasil e integração regional. Revista Estudos, Salvador, n. 45, jan./jun. p. 111-130, 2012a. ISSN 0102-5465.
______. Projetos e ações na formação de professores interculturais. In: LIMA, L. M. (Org.). A (in)visibilidade da América Latina na formação do professor de Espanhol. Campinas: Pontes Editores, 2014. (Coleção Novas Perspectivas em Linguística Aplicada, v. 34).
RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
RAMOS, Marise. Implicações políticas e pedagógicas da EJA integrada à educação profissional. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 35, n. 1, jan./abr. 2010.
______. O novo ensino médio à luz de antigos princípios: trabalho, ciência e cultura. Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v. 29, n. 2, p. 19-27, 2003.
______. O currículo para o ensino médio em suas diferentes modalidades: concepções, propostas e problemas. Educação e Sociedade, Campinas, v. 32, n. 116, p. 771-788, jul./set. 2011. Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br Acesso em: 18 abr. 2016.
SILVA, Tomaz Tadeu da. A produção social da identidade e da diferença. In: ______; HALL, Stuart; WOODWARD, Kathryn (Org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.
SKLIAR, C.; DUSCHATZKY, S. O nome dos outros – narrando a alteridade na cultura e na educação. In: LARROSA, J.; SKLIAR, C. Habitantes de Babel. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
THIESEN, Juares da Silva. A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. Rev. Bras. Educ., v. 13, n. 39, p. 545-554, 2008. ISSN 1809-449X. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782008000300010
VELHO, Gilberto. Projeto e metamorfose: antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
WALSH, Catherine. La interculturalidad en la educación. Lima: DINEBI, 2005.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Editora Artmed, 1998.
ABRAMOVICH, Victor; COURTIS, Cristian. Los derechos sociales como derechos exigibles. 2. ed. Madrid: Editorial Trotta, 2004.
BARCELLOS, Ana Paula de. A eficácia jurídica dos princípios constitucionais. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
BARROSO, Luis Roberto. O direito constitucional e a efetividade de suas normas. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Legislação Republicana Brasileira, 1998. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ConstituicaoCompilado.htm Acesso em: 16 jul. 2015.
______. Lei ordinária n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Legislação Republicana Brasileira, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso em: 16 jul. 2015.
______. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Parecer n.º 11, de 10 de maio de 2000. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Legislação Republicana Brasileira, 2000. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja/legislacao/parecer_11_2000.pdf Acesso em: 16 jul. 2015.
CAVACO, Carmen. Adultos pouco escolarizados: políticas e práticas de formação. Portugal: UI&DCE, 2009.
DI PIERRO, Maria Clara. A Educação de Jovens e Adultos no Plano Nacional de Educação: avaliação, desafios e perspectivas. Educação e Sociedade, Campinas, v. 31, n. 112, p. 939-959, jul./set. 2010.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
GADOTTI, Moacir. Educação de adultos como direito humano. Revista EJA em Debate, Florianópolis, ano 2, n. 2, jul. 2013. Disponível em: http://periodicos.ifsc.edu.br/index.php/EJA Acesso em: 4 nov. 2015.
GUERRA, Sidney; EMERIQUE, Lilian Márcia Balmant. O princípio da dignidade da pessoa humana e o mínimo existencial. Revista da Faculdade de Direito de Campos, ano 7, n. 9, dez. 2006.
HADDAD, Sérgio; PIERRO, Maria Clara Di. Escolarização de jovens e adultos. Revista Brasileira de Educação, n. 14, p. 108-130, maio/jun./ ago. 2000. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n14/n14a07 Acesso em: 24 mar. 2016.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Taxa de analfabetismo das pessoas com 15 anos ou mais de idade, por sexo – Brasil 2007/2013. Disponível em: http://brasilemsintese.ibge.gov.br/educacao/taxa-de-analfabetismo-das-pessoas-de-15-anos-oumais.html Acesso em: 3 nov. 2015.
LEIVAS, Paulo Gilberto Cogo. Teoria dos direitos fundamentais sociais. Porto Alegre: Livraria do Advogado Ed., 2006.
MENDES, G. F.; BRANCO, P. G. G. Curso de direito constitucional. 7. ed. rev. atual. São Paulo: Saraiva, 2012.
MIRANDA, Jorge. Manual de direito constitucional. 4. ed. Coimbra: Editora Tema, 2000. Tomo II.
MUNIZ, Regina Maria F. O direito à educação. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
NOVELINO, Marcelo. Manual de direito constitucional. 8. ed. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: Método, 2013.
OLIVEIRA, Bianca Silva; SANTOS, José Jackson dos Reis. A educação de jovens e adultos, os direitos fundamentais e a resolução CNE/CP Nº 01/2012: conexões possíveis e reflexões necessárias. Disponível em: http://editorarealize.com.br/revistas/fiped/trabalhos/Modalidade_1datahora_25_05_2014_22_46_29_idinscrito_1584_0bf91519dc040e3f00b71653c6433bdf.pdf Acesso em: 5 nov. 2015.
RAWLS, John. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais. 7. ed. São Paulo: Malheiros, 2012.
SARLET, Ingo Wolfgang. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001.
SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 25. ed. São Paulo: Malheiros, 2005.
SOARES, Leôncio José Gomes. Educação de Jovens e Adultos. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
TORRES, Ricardo Lobo. Os direitos humanos na tributação: imunidades e isonomia. 2. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1998.
VENTURA, Jaqueline. Educação de jovens e adultos ou educação da classe trabalhadora? Concepções em disputa na contemporaneidade brasileira. 2008. 302 f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2008. Orientação: Profª Drª Sônia Maria Rummert.
ALMEIDA, Ricardo. Teaching of English as a foreign language in the context of Brazilian regular schools: a retrospective and prospective view of policies and practices. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 12, n. 2, p. 331-348, 2012.
ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. 3. ed. Campinas: Pontes, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Orientações curriculares para o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: MEC, 2006.
______. ______. ______. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEC, 2000.
______. ______. ______. Parâmetros Curriculares Nacionais + Ensino Médio. Brasília: MEC, 2002.
CONVERY, A. Listening to teachers’ stories: are we sitting too comfortably? Qualitative Studies in Education, v. 12, n. 2, p. 131-146, 1999.
FINOCCHIARO, M.; BRUMFIT, C. The functional-notional approach: from theory to practice. New York: Oxford University Press, 1983.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.
HYMES, D. On communicative competence. In: PRIDE, J. B.; HOLMES, J. (Ed.). Sociolinguists. Harmondsworth: Penguin, 1972. Disponível em: http://wwwhomes.unibielefeld.de/sgramley/Hymes-2.pdf Acesso em: 8 jan. 2017.
JORGE, M. L; TENUTA, A. M. O lugar de aprender língua estrangeira é a escola: o papel do livro didático. In: LIMA, D. C. (Org.). Inglês em escolas públicas não funciona? Uma questão, múltiplos olhares. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.
JOVCHELOVITCH, S.; BAUER, M. Entrevista narrativa. In: BAUER, M. W.; GASKELL, G. (Ed.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Tradução de Pedrinho A. Guareschi. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 90-112.
LARSEN-FREEMAN, Diane. Techiniques and principles in language teaching. Oxford: Oxford University Press, 2000.
LEFFA, Vilson J. Criação de bodes, carnavalização e cumplicidade. Considerações sobre o fracasso da LE na escola pública. In: LIMA, D. C. (Org.). Inglês em escolas públicas não funciona? Uma questão, múltiplos olhares. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.
______. Metodologia do ensino de línguas. In: BOHN, H. I; VANDRESEN, P. Tópicos em linguística aplicada: o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988. p. 211-236.
______. O ensino de línguas estrangeiras no contexto nacional. Contexturas, APLIESP, n. 4, p. 13-24, 1999. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/textos/trabalhos/oensle.pdf Acesso em: 24 set. 2015.
MICOLLI, Laura. Ensino e aprendizagem de inglês: experiências desafios e possibilidades. Campinas: Pontes, 2010.
MONTGOMERY, L. M. The story girl. Canada, 1911.
NÓVOA, A.; FINGER, M. O método (auto)biográfico e a formação. Natal: EDUFRN; São Paulo: Paulus, 2010.
PAIVA, V. L. M. O. A LDB e a legislação vigente sobre o ensino e a formação do professor de língua inglesa. In: STEVENS, C. M. T; CUNHA, M. J. Caminhos e colheitas: ensino e pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: UnB, 2003. p. 53-84. Disponível em: http://www.veramenezes.com/ensino.htm Acesso em: 24 set. 2015.
PAIVA, V. L. M. O. História do material didático. Disponível em: http://www.veramenezes.com/historia.pdf Acesso em: 25 set. 2015.
______. Ensino de língua inglesa: antecipando uma pedagogia pós-moderna. In: DINIZ, T. F.; VILELA, L. H. (Org.). Itinerários: homenagem a Solange Ribeiro de Oliveira. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2009.
RICHARDS, Jack C.; RODGERS, Theodore Stephen. Approaches and methods in languageteaching. Cambridge: Cambridge University Press, 2001.
SCHUTZE, F. Die Technik des Narrativen Interviews in Interaktionsfeldstudien – Dargestellt an Einem Projekt zur Erforschung von Kommunalen Machtstrukturen. Unpublished manuscript, University of Bielefeld, Department of Sociology, 1977.
______. Narrative Repraesentation kollektiver Schicksalsbetroffenheit. In: E. LAEMMERT (ed.). Erzaehlforschung. Stuttgart: J. B. METZLER, 1983. p. 568-90.
______. Pressure and Guilt: War Experiences of a Young German Soldier and their Biographical Implications, parts 1 and 2. International Sociology, n. 7, p. 187-208 and 347-367, 1992.
SOUZA, E. C. de (Org.). Autobiografias, história de vida e formação: pesquisa e ensino. Salvador: EDUNEB - EDIPUCRS, 2006.
______. Diálogos cruzados sobre pesquisa (auto)biográfica: análise compreensiva interpretativa e política de sentido. Educação, Santa Maria, v. 39, n. 1, p. 39-50, jan./abr. 2014.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
CARMO, E. M. Saberes mobilizados por professores de biologia e a produção do conhecimento escolar. 2013. 183 f. Tese (Doutorado em Educação) – PósGraduação em Educação, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2013.
CAVACO, M. H. Ofício de professor: o tempo e as mudanças. In: NÓVOA, A. Vidas de professores. Portugal: Porto Editora, 1995.
CERTEAU, M. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 2014.
CHARLOT, B. Da relação com o saber: elementos para uma teoria. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
GARCIA, C. M. Formação de professores para uma mudança educativa. Portugal: Porto, 1999.
GATTI, B. A. Formação de professores: condições e problemas atuais. Revista Brasileira de Formação de Professores – RBFP, v. 1, n. 1, p. 90-102, maio, 2009. Disponível em: file:///C:/Users/Usuario/Downloads/Forma%C3%A7%C3%A3o%20de%20professores%20(condi%C3%A7%C3%B5es%20e%20problemas%20atuais).pdf Acesso em: 30 nov. 2016.
GAUTHIER, C. et al. Por uma teoria da pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. Ijuí: Editora Unijuí, 2013.
______; MARTINEAU, S. Triângulo didático-pedagógico: o triângulo que pode ser visto como um quadrado. Educação nas Ciências, ano 1, n. 1, p. 45-77, jan./jun. 2001.
HUBERMAN, M. O ciclo de vida profissional dos professores. In: NÓVOA, A. Vidas de professores. Portugal: Porto Editora, 2007.
MARIN, A. J.; GOMES, F. O. C. Da absoluta necessidade de manejar a classe para que o manejo do ensino aconteça. In: GIOVANNI, L. M.; MARIN, A. J. Professores iniciantes: diferentes necessidades em diferentes contextos. Araraquara, SP: Junqueira & Marin, 2014.
MINAS GERAIS (Estado). Secretaria de Estado da Educação (SEE). Resolução Nº 3.118, de 17 de novembro de 2016. Estabelece critérios e define procedimentos para inscrição e classificação de candidatos à designação para o exercício de função pública na Rede Estadual de Ensino. Disponível em: https://www.educacao.mg.gov.br/images/documentos/3118-16-r%20-%20republica%C3%A7%C3%A3o.pdf Acesso em: 17 nov. 2016.
MINAYO, M. C. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2013.
MIZUKAMI, M. G. Aprendizagem da docência: algumas contribuições de Lee Shulman. Educação, Santa Maria, v. 29, n. 2, p. 33-49, 2004. Disponível em: http://www.ufsm.br/ce/revista Acesso em: 20 fev. 2015.
PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores: unidade entre teoria e prática? Cad. Pesq., São Paulo, n. 94, p. 58-73, ago. 1995. Disponível em: http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/cp/arquivos/612.pdf Acesso em: 10 set. 2015.
SILVA, L. C.; MIRANDA, M. I. (Org.). Estágio supervisionado e prática de ensino: desafios e possibilidades. Araraquara, SP: Junqueira & Marin; Belo Horizonte, MG: FAPEMIG, 2008.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
______; LESSARD, C. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Petrópolis: Vozes, 2011.
______; RAYMOND, D. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Educação e Sociedade, Campinas, ano 21, n. 73, p. 209-244, dez. 2000. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v21n73/4214.pdf Acesso em: 16 maio 2016
BONILLA, Maria Helena Silveira. Escola aprendente: desafios e possibilidades postos no contexto da sociedade do conhecimento. 2002. 307 f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2002.
BUENO, Natalia de Lima. O desafio da formação do educador para o ensino fundamental no contexto da educação tecnológica. 1999. 239 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) – Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná, Curitiba, 1999.
CORDEIRO, Leonardo Zenha. O uso das tecnologias de informação e comunicação: reflexões a partir da práxis. In: TAVARES, Rosilene Horta; GOMES, Suzana dos (Org.). Sociedade, educação e redes: desafios à formação crítica. 2. ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin, 2014.
DANTAS, Marcos. Internet e geração de valor no capitalismo espetacular. In: TAVARES, Rosilene Horta; GOMES, Suzana dos (Org.). Sociedade, educação e redes: desafios à formação crítica. 2. ed. Araraquara, SP: Junqueira & Marin, 2014.
DIAS, Ângela Álvares Correia; MOURA, Karina Silva. O fio do dialogismo na (re)construção do conhecimento em rede: uma concepção bakhtiniana dos processos de comunicação na prática pedagógica. In: SANTOS, Edméa; ALVES, Lynn (Org.). Práticas pedagógicas e tecnologias digitais. E-papers. Rio de Janeiro, 2006. p. 77-90.
FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Colaboração: Maria Helena de Andrade Magalhães, Stella Maris Borges. 9. ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2013.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
GABRIEL, Martha. Educ@r: a (r)evolução digital na educação. E-book. São Paulo: Saraiva, 2013.
JENKINS, Henry. Cultura da convergência. Tradução d e Susana Alexandria. 2. ed. São Paulo: Aleph, 2009.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2007.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Ed. 34, 1999. (Coleção TRANS).
SANTAELLA, Lúcia. Comunicação ubíqua: repercussões na cultura e na educação. E-book. São Paulo: Paulus, 2013.
______. Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pósmoderno. Famecos, Porto Alegre, p. 23-32, dez. 2003.
SANTAELLA, Lúcia. O homem e as máquinas. In: DOMINGUES, Diana (Org.). A arte no século XXI: a humanização das tecnologias. São Paulo: Ed. UNESP, 1997. p. 33-44.
SILVA, Marco. Educação na cibercultura: o desafio comunicacional do professor presencial e online. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, v. 12, n. 20, p. 261-271, jul./dez. 2003.
SOARES, Claudia Vivien Carvalho de Oliveira. As intervenções pedagógicas do professor em ambientes informatizados: uma realidade a ser construída. 2005. 133 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
