Artes Cênicas à Luz da Lei N.º 10.639/2003: Escrevivências Teatrais Antirracistas
Palavras-chave:
Práticas pedagógicas – Educação antirracista, Antirracismo – Teatro, Teatro Negro BrasileiroSinopse
A coletânea reúne práxis pedagógicas negrorreferenciadas para o ensino de Teatro à luz da Lei N.º 10.639/2003. Ao todo, são nove pesquisas desenvolvidas em processos criativos, escolas da educação básica e programas de pós-graduação de universidades do Nordeste, Sudeste e Sul do país, que fomentam pedagogias teatrais das diásporas negras e a educação antirracistas.
Referências
ALMEIDA, Sílvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Editora Jandaíra, 2021.
ARROYO, Miguel G. Currículo, território em disputa. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
BRASIL. Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Brasília: Presidência da República, 2023. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm Acesso em: 25 out. 2023.
BRASIL. Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2012. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm Acesso em: 25 out. 2023.
BRASIL. Lei 11.645 de 10 de março de 2008. Altera a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira e Indígena”. Brasília: Presidência da República, 2008. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm Acesso em: 25 out. 2023.
BRASIL. Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003. Altera a lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira”. Brasília: Presidência da República, 2003. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm Acesso em: 25 out. 2023.
BRASIL. Resolução CNE/CP n.º 2, de 20 de dezembro de 2019. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNCFormação). Brasília: Ministério da Educação, [2015]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=135951-rcp002-19&category_slug=dezembro-2019-pdf&Itemid=30192 Acesso em: 25 out. 2023.
BRASIL. Resolução CNE/CP n.º 2, de 1 de julho de 2015. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Brasília: Ministério da Educação, 2015. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=13673-rcp002-15-1&category_slug=dezembro-2019-pdf&Itemid=30192 Acesso em: 25 out. 2023.
EVARISTO, Conceição. A escrevivência e seus subtextos. In: DUARTE, Constância Lima; NUNES, Isabella Rosado (org.). Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020.
EVARISTO, Conceição. Gênero e etnia: uma escrevivência em dupla face. In: MOREIRA, Nadilza Martins de Barros; SCHNEIDER, Liane (org.). Mulheres no Mundo – etnia, marginalidade e diáspora. João Pessoa: Idéia/Editora Universitária, 2005.
FANON, Franz. Pele negra, máscaras brancas. Trad. Renato da Silveira. Salvador: Edufba, 2008.
FORTIN, Sylvie. Contribuições possíveis da etnografia e auto-etnografia para a pesquisa na prática artística. Revista CENA, Porto Alegre: UFGRS, n. 7, 2009. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cena/article/view/11961 Acesso em: 30 out. 2022.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
JUSTINO, Gessica; ROBERTO, Frank Wilson. Afrobetizar – uma possibilidade de ação educativa a partir da afirmação e fortalecimento da negritude em comunidades. Revista UFG, Goiânia: PROEC-UFG, v. 15, n. 15, 2017. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/48526 Acesso em: 12 jul. 2023.
LIMA, Francisco André Sousa. Três currículos-dispositivos, uma encruzilhada: a educação profissional em teatro. 2022. Tese (Doutorado em Artes Cênicas) – Programa de PósGraduação em Artes Cênicas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2022.
PEIXOTO, Fabiana de Lima. Afrobetizar: análise das relações étnico-raciais em cinco livros didáticos de literatura para o ensino médio. 2011. Tese (Doutorado em Estudos Étnicos Africanos) – Pós-Graduação Multidisciplinar em Estudos Étnicos e Africanos, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2011.
SILVA FILHO, Luis Gomes da. UNIAFRO: Afrobetizando professores no Rio Grande do Norte. Revista Cocar, Belém: Programa de Pós-Graduação Educação em Educação da UEPA, v. 11, n. 21, 2017. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/1301 Acesso em: 11 jul. 2023.
SOUSA, José Geraldo. Evolução histórica da universidade brasileira: abordagens preliminares. Revista da Faculdade de Educação, Campinas: PUCCAMP, v. 1, n. 1, p. 42-58, 1996. Disponível em: https://periodicos.puc-campinas.edu.br/reveducacao/article/view/461 Acesso em: 4 nov. 2022.
SOUZA, Jessé. Como o racismo criou o Brasil. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2021.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA (UESB). Projeto Políticopedagógico do curso de Licenciatura em Teatro. Vitória da Conquista: 2012. Disponível em: http://catalogo.uesb.br/storage/documentos/teatro-lic-jq/projeto.pdf Acesso em: 25 out. 2023.
ADICHIE, Chimamanda N. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ANTÍGONA BR. Blog Caixa Preta, 23 out. 2011. Disponível em: http://grupocaixa-preta.blogspot.com.br/ Acesso em: 07 dez. 2016.
ARAÚJO, Joel Zito. A negação do Brasil: o negro na telenovela brasileira. São Paulo: SENAC, 2000.
BRASIL. Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Institui a inclusão no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 140, n. 8, p. 1, 10 jan. 2003. Disponível em: https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=1&data=10/01/2003&totalArquivos=56 Acesso em: 29 jun. 2023.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP n.º 03/2004, de 10 de março de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário Oficial da União: seção 1, ano 141, n. 95, Brasília, DF, 19 maio 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cnecp_003.pdf Acesso em: 29 jun. 2023.
BRASIL CENA ABERTA. Disponível em: http://www.brasil-cenaaberta.org/events/cartasa-madame-sata-ou-me-desespero-sem-noticias-suas/ Acesso em: 5 ago. 2020.
CARNEIRO, Aparecida Sueli. A construção do Outro como Não-Ser como fundamento do Ser. 2005. Tese (Doutorado em Educação) – USP, São Paulo, 2005. p. 339.
CARELLI, Chica. Áfricas – o infanto-juvenil do Bando. Salvador: Blog Bando de Teatro Olodum, 2011. Disponível em: http://bandodeteatro.blogspot.com/2011/03/?m=1 Acesso em: 18 mar. 2011.
COLL, Cesar. et al. Os Conteúdos na Reforma: ensino e aprendizagem de conceitos, procedimentos e atitudes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
DESGRANGES, Flávio. A pedagogia do espectador. São Paulo: Hucitec, 2010.
FREITAS, Régia Mabel da Silva. Bando de Teatro Olodum: uma política social in cena. Recife: EDUFPE, 2014.
FREITAS, Régia Mabel da Silva. A Orquestra Afropercussiva de Notas Negro-dramatúrgicas do Bando de Teatro Olodum sob a regência do maestro Erê. 2019. 250 f. Tese (Doutorado em Difusão do Conhecimento) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2019.
GOMES, Regina Augustta. Dicionário Yorùbá. Disponível em: http://awure.jor.br/home/dicionario-ioruba-2/ Acesso em: 19 maio 2018.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação – episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2008.
NASCIMENTO, Abdias do. Teatro Experimental do Negro: trajetória e reflexões. Estudos Avançados, v. 18, n. 50, p. 209-224, 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ea/v18n50/a19v1850.pdf Acesso em: 10 nov. 2021.
NOGUEIRA, Sidnei. Intolerância religiosa. São Paulo: Pólen, 2020.
PORTAL GELEDÉS. Peça exalta tradição oral. São Paulo: Portal Geledés, 30 dez. 2012. Disponível em: https://www.geledes.org.br/peca-exalta-tradicao-oral/ Acesso em: 10 dez. 2016.
SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula (org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010.
UM NOVO Olhar Negro. Goiânia: Companhia Teatral Zumbi dos Palmares, 2012. Disponível em: http://goianiaemcena.com.br/2012/espetaculo/um-novo-olhar-negro Acesso em: 7 dez. 2016.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexualidade e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.
FREITAS, Régia Mabel da Silva. A Orquestra Afropercussiva de Notas Negro-dramatúrgicas do Bando de Teatro Olodum sob a regência do maestro Erê. 2019. 250 f. Tese (Doutorado em Difusão do Conhecimento) – Programa Multidisciplinar e Multi-institucional em Difusão do Conhecimento. Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2019.
GOMES, Nilma Lino. O movimento negro educador. Saberes construídos na luta por emancipação. Petrópolis: Vozes, 2017.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação – episódios de racismo cotidiano. Trad. Jess Oliveira. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.
LUCINDA, Elisa. O semelhante. Rio de Janeiro: Record, 2002.
MARÇAL, Débora. Como olhar os corpos negros na cena paulista contemporânea? In: SILVA, Salloma Salomão Jovino da; CAPULANAS Cia de Arte Negra (org.). Negras insurgências: teatros e dramaturgias negras em São Paulo, perspectivas históricas, teóricas e práticas. São Paulo: Ciclo Contínuo, 2018. p. 89-94.
MARTINS, Leda Maria. Afrografias da memória. São Paulo: Perspectiva; Belo Horizonte: Mazza Edições, 1997.
MOMBAÇA, Jota. Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência. Issuu, 2016. Disponível em: https://issuu.com/amilcarpacker/docs/rumo_a_uma_redistribuic__a__o_da_vi Acesso em: 17 jan. 2022.
NASCIMENTO, Abdias. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 3. ed. rev. São Paulo: Ed. Perspectiva; Rio de Janeiro: Ipeafro, 2019.
NASCIMENTO, Maria B. Historiografia do Quilombo. In: NASCIMENTO, Maria Beatriz. Quilombola e intelectual: possibilidades nos dias da destruição. Diáspora Africana: Editora filhos da África, 2018.
OLIVEIRA, Eduardo. Cosmovisão africana no Brasil: elementos para uma filosofia afrodescendente. Curitiba: Editora Gráfica Popular, 2006.
BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças dos velhos. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
EVARISTO, C. Da grafia-desenho de minha mãe, um dos lugares de nascimento de minha escrita. In: ALEXANDRE, M. A. (org.). Representações performáticas brasileiras: teorias, práticas e suas interfaces. Belo Horizonte: Maza Edições, 2007. p. 21.
GOMES, Fulvio de Moraes. As epistemologias do sul de Boaventura de Sousa Santos: por um resgate do sul global. Revista Páginas de Filosofia, v. 4, n. 2, p. 39-54, jul./dez. 2012.
GOMES, Nilma Lino. Intelectuais negros e produção de conhecimento: algumas reflexões sobre a realidade brasileira. In: SANTOS, B. S.; MENEZES, M. P. (org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2009. p. 419-441.
HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
NASCIMENTO, B. Ôrí. Raquel Gerber. 1989. 91 min.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2008.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do Poder, Eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, Edgardo (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo. Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires, Argentina: CLACSO, 2005. p. 107-129. (Colección Sur. Ciudad Autónoma).
RESTREPO, Eduardo; ROJAS, Axel. Inflexióndecolonial: fuentes, conceptos y cuestionamientos. Colombia: Popayãn: Universidad del Cuenca, 2010.
SANTOS, Boaventura de Sousa; MENEZES, Maria Paula. Epistemologia do Sul. São Paulo: Cortez, 2010.
SANTOS, Boaventura de Sousa. La Globalización del derecho: los nuevos caminos de la regulación y la emancipación. Bogotá, Colombia: IlSA; Universidad Nacional de Colombia, 1998.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. Tradução e revisão: Ingrid Dormien Koudela e Eduardo José de Almeida Amos. São Paulo: Perspectiva, 2010.
BÂ, A. H. A Tradição Viva. In: KI-ZERBO, Joseph. História Geral da África. São Paulo: Ática: Unesco, 1980. v. 1.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 1996.
BRASIL. Lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Brasília, DF, 2003.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Brasília: MEC, 2004. Disponível em: http://diretrizes_curriculares_nacionais_para_educacao_basica_diversidade_e_inclusao_2013 pdf Acesso em: 11 jul. 2022.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, DF, 2004.
BRASIL. Lei n.º 8069 de 13/07/1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, DF, 1990.
DAVIS, V.; RIBEIRO, K. Em busca de mim. Rio de Janeiro: Editora Best Seller, 2019.
EVARISTO, C. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
OLIVEIRA, L. F.; CANDAU, V. M. F. Indagações sobre Currículo – Currículo, Conhecimento e Cultura. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/indag3.pdf Acesso em: 02 ago. 2023.
PACHECO, L. Aula espetáculo Griô. In: PACHECO, L. Pedagogia Griô. Lençóis, BA: Grãos de Luz: Griô, 2021.
PACHECO, L. Pedagogia Griô. A reinvenção da Roda da Vida. Lençóis, BA: Grãos de Luz: Griô, 2006.
TRINDADE, A. L. Valores civilizatórios afro-brasileiros na educação Infantil. In: BRASIL. Ministério da Educação. Valores brasileiros na afro-educação. Boletim 22, Brasília, DF, p. 30-36, nov. 2005. Disponível em: https://reaju.files.wordpress.com/2018/07/valorescivilizatc3b3rios-afrobrasileiros-na-educac3a7c3a3o-infantil-azoilda-trindade.pdf Acesso em: 02 ago. 2023.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
AMARAL, Rita; SILVA, Vagner Gonçalves da. Foi conta para todo canto: as religiões afrobrasileiras nas letras do repertório musical popular brasileiro. Afro-Ásia, Salvador: EDUFBA, n. 34, p. 189-235, 2006.
BÂ, Amadou Hampaté. A tradição viva. In: ISKANDER, Z. (org.). História Geral da África. São Paulo: Ática: Unesco, 1980. p. 181-218. v. 1.
BERNAT, Isaac. Encontros com o griot Sotigui Kouyaté. Rio de Janeiro: Ed. Pallas, 2013.
BOAL, Augusto. Jogos para atores não atores. 16. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014.
BRASIL. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei n nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Brasília, DF, 2003.
CARNEIRO, Sueli. Mulheres em movimento. Estudos Avançados, São Paulo: USP, v. 17, n. 49, 2003.
GOMES, Nilma Lino. Relações étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos. Currículo sem Fronteiras, v. 12, n. 1, p. 98-109, jan./abr. 2012. Disponível em: http://www.curriculosemfronteiras.org/vol12iss1articles/gomes.pdf Acesso em: 03 nov. 2022.
GOMES, Nilma Lino. O movimento negro educador. saberes construídos na luta por emancipação. Petrópolis: vozes, 2017.
GUERREIRO, Goli. A Trama dos Tambores. A música afro pop de Salvador. 2. ed. São Paulo: Ed. 34, 2010.
HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2004.
LAPA, Emillie. [Entrevista cedida a] Natalyne Pereira dos Santos, 2018.
MONIS, Fátima Cristina. O trabalho do ator: a preparação que antecede a cena. Pro-Posições, v. 15, n. 1, v. 43, jan./abr. 2004.
NOGUERA, Renato. O ensino de Filosofia e a Lei 10.639. Rio de Janeiro: CEAP, 2011.
PETIT, Sandra Haydée. Pretagogia pertencimento, corpo-dança ancestral e tradição oral: contribuições do Legado Africano para a Implementação da Lei 10.639/03. Fortaleza: EdUECE, 2015.
ROSAURO, N. Método Completo para Caixa-Clara (em 4 cadernos). Santa Maria: Pró-Percussão, 1990.
SPOLIN, V. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. Tradução de Ingrid Dominen Koudela. São Paulo: Perspectiva, 2014.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo da história única. Tradução: Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
EVARISTO, Conceição. A escrevivência serve também para as pessoas pensarem. [Entrevista cedida a] Tayrine Santana e Alecsandra Zapparoli. São Paulo: Agência Itaú Social, 2020. Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/conceicao-evaristo-a-escrevivencia-serve-tambempara-as-pessoas-pensarem/ Acesso em: 14 abr. 2022.
EVARISTO, Conceição. Da grafia-desenho de minha mãe, um dos lugares de nascimento de minha escrita. Revista Z Cultural, Rio de Janeiro, ano 15, n. 3, 2005. ISSN 1980-9921.
MARTINS, Soraya. Dramaturgias contemporâneas negras: um estudo sobre as várias possibilidades de pensar-ser-estar em cena. 2021. 218 f. Tese (Doutorado em Letras) – PUC-Minas, Belo Horizonte, 2021.
NOGUERA, Renato; BARRETO, Marcos. Infancialização, ubuntu e tekoporã: elementos gerais para Educação e Ética Afroperspectivista. Childhood e Philosophy, Rio de Janeiro, v. 14, n. 31, p. 625-644, set./dez. 2018.
SANTANA, Bianca. Quando me descobri negra. Ilustração: Mateu Velasco. São Paulo: SESI-SP Editora, 2015.
SILVA, Liziane Guedes da; NOGUERA, Renato. Repensando as infâncias das crianças negras: notas afroperspectivistas e introdutórias a partir do Sopapinho Poético. REBEH – Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, v. 3, n. 9, p. 187-203, 2020. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/rebeh/article/view/10442 Acesso em: 3 nov. 2022.
FREITAS, Régia Mabel da S. Teatro Negro brasileiro: a higienização de anacrônicas manchas eurocêntricas através de insurreições cênicas. In: OLIVEIRA, Érico José de. Artes Cênicas e Descolonialidade – Conceitos Fundamentos Pedagogias e Práticas. São Paulo: E-Manuscrito, 2022.
HOUASS, Antônio; VILLAR, Mario de Salles; FRANCO, Francisco Manoel de Mello. Dicionário Houass da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva: Houass de Lexicografia, 2009.
LAMOUNIER, Bruna. Semeando utopias e potencializando suas colheitas: a importância das escolhas estéticas nos processos educativos. In: OLIVEIRA, Érico José de. Artes Cênicas e Descolonialidade – Conceitos Fundamentos Pedagogias e Práticas. São Paulo: E-Manuscrito, 2022.
LOBATO, Monteiro. A menina do nariz arrebitado. São Paulo: Metal Leve, 1920.
SOBRAL, Cristiane. Teatros Negros: estéticas na cena teatral brasileira. São Paulo: Edições Me Parió Revolução, 2018.
AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Editora Jandaíra, 2020.
ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
DEVULSKY, Alessandra. Colorismo. São Paulo: Jandaíra, 2021.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala. Rio de Janeiro: Maia & Schmidt, 1933.
HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: José Olympio, 1936.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 1986.
LARAIA, Roque de Barros. Identidade e etnia. Anuário Antropológico, v. 11, n. 1, Brasília: Universidade de Brasília, 1987.
RIBEIRO, Djamila. Quem tem medo do feminismo negro? São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. Trad. Ingrid Dormien Koudela e Eduardo José de Almeida Amos. São Paulo: Perspectiva, 2010.
Downloads
Publicado
Séries
Categorias
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

