Em cartaz: razão e emoção na sala de aula
Palavras-chave:
Psicologia da educação, Ensino e aprendizagem, Educação, MatemáticaSinopse
Quem nunca vivenciou emoções tensas e contraditórias na sala de aula de matemática? É com mestria que a autora apresenta uma reflexão sobre razão e emoção nas relações entre o professor de matemática e seus alunos. Trata-se de uma narrativa com personagens construídos por meio de entrevistas com estudantes, na qual ficção e realidade se fundem e exigem que o leitor se envolva com os sentidos que os atores dão às suas experiências.
Referências
BORGES, J. L. El idioma analítico de John Wilkins. Otras Inquisiciones. Buenos Aires: Emecé Editores, 1999.
BOSI, A. O tempo e os tempos. In: NOVAES, A. (Org.). Tempo e História. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal de São Paulo, 1992.
CERTEAU, M. A cultura no plural. Campinas: Papirus, 1995. _________. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1994.
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
Foucault, M. História da loucura na Idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 1999.
GUSMÃO, T. Razão e emoção na sala de aula de Matemática. 2000. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – DM/UNESP/ RC, Rio Claro, 2000.
SHAMA S. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
ENGUITA, Fernández Mariano. A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
MEKSENAS, P. O processo de humanização da natureza. São Paulo: Cortez, 1980.
CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. 14. ed. Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1995.
SARMENTO, Manoel Soares. Interdisciplinaridade: diálogo e sobrevivência. Jequié: Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, [1995]. Mimeografado.
WEIL, Pierre et al. Rumo a nova transdisciplinaridade: sistemas abertos de conhecimento. São Paulo: Summus, 1993.
EMERIQUE, Paulo Sérgio. Isto e aquilo: jogo e “ensinagem” de matemática. In: BICUDO, Maria A. V. (Org.). Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora UNESP, 1999. p. 185-198. (Seminários & Debates).
BICUDO, Maria A. Viggiani. O significado da Filosofia da Educação Matemática na formação do professor de Matemática. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 5., 1995, Aracaju. Anais... Aracaju, 1995. p. 233-239.
DAMÁSIO, António R. O erro de Descartes: emoção, razão e cérebro humano. Tradução portuguesa: Dora Vicente e Georgina Segurado. 4. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. Título original: Descartes’error: emotion, reason and the human brain.
KUPFER, Maria Cristina. Freud e a Educação: o mestre do impossível. 3. ed. São Paulo: Scipione, 1995. (Série Pensamento e Ação no Magistério).
GRANDE enciclopédia Larousse. São Paulo: Nova Cultural, 1998.
CARDOSO, Clodoaldo Meneguello. A canção da inteireza: visão holística da educação. São Paulo: Summus, 1995.
ADORNO, Theodor W. Textos escolhidos. São Paulo: Nova Cultural, 1999. (Coleção os Pensadores).
FROMM, E. et al. Zen-Budismo e psicanálise. Trad. Otávio Matemática Cajado. São Paulo: Cultrix. 1960 apud SALTINI, Cláudio J. P. Afetividade e inteligência: a emoção na educação. Rio de Janeiro: DP&A, 1997.
LA TAILLE, Yves de. Desenvolvimento do juízo moral e afetividade na teoria de Jean Piaget. In: LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. Kohl de.; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. p. 47-75.
OLIVEIRA, Marta Kohl. O problema da afetividade em Vygotsky. In: LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. Kohl de.; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. p. 75-84.
SOUZA, A. C. Carrera. O reencantamento da razão: ou pelos caminhos da teoria histórico-cultural. In: BICUDO, Maria V. (Org.). Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora UNESP, 1999. p. 137-152. (Seminários & Debates).
LOPES, Ilda Ma. F. do Couto. Aspectos Afectivos da Actividade Matemática Escolar dos Alunos. 1997. Dissertação (Mestrado em Educação) – Departamento de Educação da Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, Lisboa, 1997.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional: a teoria que redefine o que é ser inteligente. Revisão da Tradução: Ana Amélia Schuquer. 54. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995. Título Original: Emotional Intelligence.
GARDNER, Howard. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Trad. Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994.
SYLWESTER, Robert. How Emotions Affect Learning. Educational Leadership, Eugene: University of Oregon, v. 52, n. 2, 1994.
ALEXANDROFF, M. Coelho. Emoção e escrita: fios que se unem numa mesma trama. 1998. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, USP, São Paulo, 1998.
PEREIRA, Maria I. G. Gomes. Emoções e conflitos: análise da dinâmica das interações numa classe de educação infantil. 1998. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, USP, São Paulo, 1998.
McLEOD, Douglas B.; ADAMS, Verna M. Affect and Mathematical Problem Solving: a new perspective. Editors With 16 Illustrations. Springer – Verlag New York, London Paris, Tohyo Berlin Heidelberg, 1989.
McLEOD, Douglas B. Affective issues in mathematical problem solving: some theoretical considerations. Journal for Research Mathematics Education, Washington State University, v. 19, n. 2, p. 134-141, 1988.
CHAMIE, Luciana Mancini Stella. A relação Aluno-Matemática: alguns de seus significados. 1990. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – UNESP, Rio Claro (SP), 1990.
FONSECA, Maria da Conceição F. R. O evocativo na sala de aula: uma possibilidade educativa. 1991. Dissertação (Mestrado) – UNESP, Rio Claro (SP), 1991.
CHACÓN, Inés Maria Goméz. Matemática emocional: os afetos na aprendizagem matemática. Porto Alegre: Artmed, 2003.
DANTAS, Heloysa. A afetividade e a construção do sujeito na psicogenética de Wallon. In: LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. Kohl de.; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. p. 85-100.
DEBELLIS, Valerie A. Aspects of affect: Mathematical intimacy, mathematical integrity. In: CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL GROUP FOR THE PSYCHOLOGY OF MATHEMATICS EDUCATION, 23RD, 1999, Haifa (Israel). Proceedings... Haifa (Israel). Ed. Orit Zaslavsky, 1999. p. 2-256.
DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Nova Cultural, 1996. (Coleção Os Pensadores).
Garnica, A. V. M. Fascínio da técnica, declínio da crítica: um estudo sobre a prova rigorosa na formação do professor de Matemática. Zetetiké, Campinas: Unicamp, v. 4, n. 5, p. 7-28, jan./jun. 1996.
MACHAND, Max. A afetividade do educador. Tradução de Maria Lúcia S. H. Barbanti e Antonieta Barini. São Paulo: Summus, 1985.
MARTINET, M. Théorie Des Émotions: introduction à l’oeuvre d’ Henri Wallon. Aubier Montaigne. 13, Quai de Conti – Paris VI.
MURRAY, Edward J. Motivação e emoção. Tradução de Álvaro Cabral. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1973.
MATTOS, Helcio de. Errare humanum est: um estudo sobre a importância do erro na Educação Matemática. 1993. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – UNESP, Rio Claro, 1993.
AQUINO, Julio Groppa. O mal-estar na escola contemporânea: erro e fracasso em questão. In: ______ (Org.). Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997. p. 91-109.
MINIDICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA. São Paulo: Melhoramentos, 1997.
LA TAILLE, Yves. O erro na perspectiva Piagetiana. In: AQUINO, Júlio Groppa (Org.). Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997. p. 25-44.
PINTO, Renata Anastácio. Erros e dificuldades no ensino da Álgebra: o tratamento dado por professoras de 7ª série em aula. 1997. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – UNICAMP, Campinas, 1997.
MACEDO, Lino de. Para uma visão construtiva do erro no contexto escolar. In: _________. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994. p. 63-79.
PINTO, Neuza Bertoni. O erro como estratégia didática no ensino da Matemática. 1998. 320 f. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, 1998.
CARVALHO, José Sérgio Fonseca de. As noções do erro e fracasso no contexto escolar: algumas considerações preliminares. In: AQUINO, Júlio Groppa (Org.). Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997. p. 11-24.
DANTAS, Heloysa de Souza Pinto. As fontes do erro. In: AQUINO, Júlio Groppa (Org.). Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997. p. 63-72.
BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico: uma contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
BITTENCOURT, Jane. Obstáculos epistemológicos e a pesquisa em didática da matemática. Educação Matemática em Revista – SBEM, São Paulo, ano 5, n. 6, maio, 1998.
MACHADO, Airton Carrião. A aquisição do conceito de função: perfil das imagens produzidas pelos alunos. 1998. Dissertação (Mestrado em Educação) – UFMG, Belo Horizonte, 1998.
VALLADARES, Renato J. C. Intuição e proporcionalidade. Boletim GEPEM, ano 19, n. 33, p.50-59, 1995.
BACHELARD, G. O novo espírito científico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1968.
HOFFMANN. Jussara Maria L. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 13. ed. Porto Alegre: Educação & Realidade, 1998.
EMERIQUE, Paulo Sérgio. Alguns aspectos do processo de avaliação na percepção de professores de matemática e de seus alunos. Bolema, Rio Claro (SP), ano 8, n. 9, p. 35-46, 1993.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio – uma perspectiva construtivista. 15. ed. Porto alegre: Educação e Qualidade, 1990.
MACEDO, Lino de. O lugar dos erros nas leis ou regras. In: MACEDO, Lino de (Org.). Cinco estudos de Educação Moral. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996. p. 179-208.
SAMESHIMA, Dumara Coutino Tokunaga. Avaliação da aprendizagem matemática da perspectiva do professor. 1995. Dissertação (Mestrado em Educação) – UNESP, Rio Claro, 1995.
PONTE, João Pedro da. et al. Histórias de investigações matemáticas. Lisboa (Portugal): CDU, 1998.
KUPSTAS, M.; CAMPOS, Maria T. Arruda. Literatura, arte e cultura. São Paulo: Ática, 1988. (Ponto por Ponto).
BOSI, Alfredo. As fronteiras da literatura. In: AGUIAR, F.; MEIHY S. B. J. C.; VASCONCELOS, S. G. T. (Org.). Gêneros de fronteiras: cruzamentos entre o histórico e o literário. São Paulo: Xamã, 1997. p. 11-19.
BURKE, Peter. As fronteiras entre História e ficção. In: AGUIAR, F.; MEIHY S. B .J. C.; VASCONCELOS, S. G. T. (Org.). Gêneros de fronteiras: cruzamentos entre o histórico e o literário. São Paulo: Xamã, 1997. p. 107-115.
COMPAGNON, Antonie. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Tradução de Cleonice Paes Barreto Mourão. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.
BURKE, Peter. A história dos acontecimentos e o renascimento da narrativa. In: ______. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora UNESP, 1992. p. 327-348.
CAPALBO, Creusa. Considerações sobre a imaginação em Gaston Bachelard. Reflexão – Revista Quedrimestral do Instituto de Filosofia, Campinas: PUCCAMP, n. 62, p. 153-159, 1995.
MEIHY, Sebe Bom J. C. O historiador como leitor; o leitor como historiador ou Garcia Lorca e Luis Carlos Prestes: a circunstância entre a história e a literatura. In: AGUIAR, F.; MEIHY S. B. J. C.; VASCONCELOS, S. G. T. (Org.). Gêneros de fronteiras: cruzamentos entre o histórico e o literário. São Paulo: Xamã, 1997. p. 267-279.
MOISÉS, Massaud. A criação literária: introdução à problemática da literatura. 2. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1968.
ROMAÑA, Maria Alícia. Sugestões para um planejamento com base numa correlação afetivo-cognitiva. In: ______. Construção coletiva do conhecimento através do psicodrama. Campinas: Papirus, 1992. p. 71-79.
TAVARES, Hênio. Teoria literária. 4. ed. Belo Horizonte: Bernardo Álvares, 1969.
ZILBERMAN, Regina. Romance histórico – história romanceada. In: AGUIAR, F.; MEIHY S. B. J. C.; VASCONCELOS, S. G. T. (Org.). Gêneros de fronteiras: cruzamentos entre o histórico e o literário. São Paulo: Xamã, 1997. p. 179-191.
GUSMÃO, T. C. R. S. A relação aprendizagem de Matemática e o estágio das operações formais: uma constatação necessária. In: ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES DO PROEPRE, 14., 1997, Águas de Lindóia(SP). Anais... Águas de Lindóia(SP): UNICAMP-FE-LPG, 1997. p. 217. Tema: Piaget e a Educação.
SILVA, Joanita Candançan. Cantares de uma terra mãe. Vitória da Conquista: Brasil Artes Gráficas, 1993.
D’AMBROSIO, Ubiratan. Um embasamento filosófico para as licenciaturas. In: BICUDO Maria A. V.; JÚNIOR, Celestino S. (Org.) Formação do educador: dever do Estado, tarefa da universidade. São Paulo: Editora UNESP, 1996. (Coleção Seminários e Debates).
BORGES, Carloman Carlos. O ensino da Matemática. Folhetim de Educação Matemática, Feira de Santana(B), ano 3, n. 45, dez. 1995.
AQUINO, Julio Groppa. Relação professor-aluno: uma leitura institucional. 1995. Tese (Doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano) – USP, São Paulo, 1995.
SILVA, José Júlio. Retratos da alma. Rio de Contas(BA): Tipografia Silva, 1961.
KILPATRICK, J. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a educação matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, Campinas: Unicamp, v. 4, n. 5, p. 99-120, jan./jun. 1996.
BACHELARD, Gaston. Imaginação e mobilidade. In: ______. O ar e os sonhos. Tradução de Antônio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 1990. p. 1-18.
BICUDO, Maria. A. Viggiani. Pesquisa em educação matemática. ProPosições, Campinas, v. 4, n. 1[10], mar. 1993.
CABRAL, Tânia Cristina Baptista. Contribuições da Psicanálise à Educação Matemática: a lógica da intervenção nos processos de aprendizagem. 1998. Tese (Doutorado em Educação) – USP, São Paulo, 1998.
CASTORINA, José A. Teoria psicogenética da aprendizagem e a prática educacional: questões e perspectivas. Cadernos de Pesquisas, São Paulo, n. 88, p. 37-46, 1994.
D’AMBROSIO, Beatriz S. Formação de professores de matemática para o século XXI: o grande desafio. Pro-Posições, Campinas: Unicamp, v. 4, n. 1, mar. 1993.
D’AMBROSIO, U. Transdisciplinaridade. São Paulo: Palas Athena, 1997.
DAVIS, J. D.; HERSH, R. A experiência matemática. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1985.
FONTANELLA, F. C. O corpo no limiar da subjetividade. 1985. Tese (Doutorado em Educação) – UNICAMP, Campinas, 1985.
FERREIRA, Eduardo Sebastiani. Cidadania e educação matemática. Revista SBEM, São Paulo, n. 1, jul./dez. 1993.
FRANCO, A.; ALVES A. A. R. Construtivismo: uma ajuda ao professor. Belo Horizonte: Lê, 1994.
GONÇALEZ, M. H. C. de Castro; BRITO, M. R. Ferreira de. Atitudes (des) favoráveis com relação à matemática. Zetetiké, Campinas: Unicamp, v. 4, n. 6, jul./dez. 1996.
IMENES, L. M. P. Um estudo sobre o fracasso do ensino e da aprendizagem da Matemática. 1989. Dissertação (Mestrado em Educação) – UNESP, Rio Claro, 1989.
KAMII, C.; DEVRIES, R. Piaget para a educação pré-escolar. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
LARROSA, Jorge. Narrativa, identidad y desidentificación. In: ______. La experiencia de la lectura: estudios sobre literatura y formación. Barcelona: Laertes, 1996. p. 462-482.
LUDKE, M.; ANDÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
LUNA, Sérgio Vasconcelos de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 1998.
SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na educação infantil: a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Biblioteca. Normas para Publicações da UNESP. São Paulo: Editora UNESP, 1994. 4 v. 57
Afirmação extraída de um fragmento de texto em resposta à pergunta: “Você poderia nos dizer, em poucas palavras, se no momento em que foi ao quadro se preocupou com o erro?, que fiz aos meus colegas, quando assistíamos a uma aula da disciplina Tópicos em Análise, ministrada pelo professor Baldino (UNESP) – 1998, que cedera um tempo para que a resposta me fosse dada por escrito.
SOUZA, Gilda L. D. Três décadas de Educação Matemática: um estudo de caso da baixada santista. 1999. Dissertação (Mestrado) – UNESP, Rio Claro, 1999.
VIANNA, Carlos Roberto. Vidas e circunstâncias na Educação Matemática. 2000. Tese (Doutorado) – FEUSP, São Paulo, 2000.
Downloads
Publicado
Séries
Categorias
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

